Gestão
Windows Vista contra XP: Qual é o melhor em Gerenciabilidade?
No segundo round dessa batalha de gigantes, os especialistas da Infoworld analisam as questões de segurança nos dois sistemas operacionais.
Por Infoworld
Round 2: Gerenciabilidade
Um dos principais propulsores da
adoção do Windows 2000 e, mais tarde, do Windows XP foi a estréia do
Diretório Ativo e seu framework Diretiva de Grupo. Pela primeira vez,
as instalações de TI conseguiram enfrentar os inúmeros problemas de
gerenciamento de configuração que assolavam as tradicionais instalações
fat client, utilizando um repositório centralizado padronizado de
regras e restrições.
O Vista adiciona algumas extensões a este
mecanismo. Entretanto, assim como as melhorias de segurança
mencionadas, muitos destes problemas já foram resolvidos.
Reportagem especial: Vista ou XP nas corporações
> Vista contra XP: Qual é o melhor?
> Vista contra XP: Segurança
> Vista contra XP: Usabilidade
> Vista contra XP: Confiabilidade
> Vista contra XP: Desempenho
> Vista contra XP: Compatibilidade de Hardware
> Vista contra XP: Compatibilidade com Software Microsoft
> Vista contra XP: Compatibilidade com Software de terceiros
> Vista contra XP: Ferramentas de Desenvolvimento
> Vista contra XP: Capacidade de resistir ao futuro
O
Vista, por exemplo, “tranca” dispositivo de blocos no nível do cliente.
Embora seja um recurso útil –usuários podem ser impedidos de acessar
determinados dispositivos de mídia externos, como drivers de CD ou
chaves USB – é mais uma lacuna do XP que foi fechada há tempos por
agentes de gerenciamento de terceiros.
Da mesma forma, a
incapacidade de instalar drivers de impressora utilizando uma conta
não-administrador – algo que o Vista agora permite via extensão
Diretiva de Grupo – foi resolvida diretamente por muitas grandes
instalações de TI, em alguns casos criando seus próprios utilitários de
elevação (ver detalhes em Segurança)
No front das ferramentas
de gerenciamento, existe uma escassez de novos recursos específicos
para o Vista, sejam provenientes da Microsoft ou de grandes
fornecedores third-party. Na realidade, fora o suporte ao novo
mecanismo de instalação e implementação baseado em imagem, que é um dos
poucos avanços em gerenciabilidade notáveis do Vista, há pouco
incentivo para migrar da perspectiva exclusiva do gerenciamento de
sistemas.
O modelo de instalação baseado em imagem facilita para
TI capturar uma imagem funcional excelente da sua configuração de
runtime e depois estender a múltiplos sistemas independentemente do
hardware subjacente.
Isso era um grande desafio no XP e,
portanto, é um ponto a favor do Vista, mas não chega a ser um nocaute
técnico, dado o grande número de ferramentas de instalação e
provisionamento disponibilizadas por terceiros (provavelmente há uma ou
mais em uso em qualquer instalação de TI).
Decisão: A migração
para o Vista proporciona pouco ou nenhum ROI em termos de gerenciamento
de sistemas. Sim, o novo modelo de instalação baseado em imagem é
bem-vindo. Contudo, sem inovação significativa em outras áreas, a
história de gerenciamento do Vista não empolga.


