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Gestão

Windows Vista contra XP: Qual é o melhor em Gerenciabilidade?

No segundo round dessa batalha de gigantes, os especialistas da Infoworld analisam as questões de segurança nos dois sistemas operacionais.

Por Infoworld

31 de março de 2008 - 10h55
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Round 2: Gerenciabilidade
Um dos principais propulsores da adoção do Windows 2000 e, mais tarde, do Windows XP foi a estréia do Diretório Ativo e seu framework Diretiva de Grupo. Pela primeira vez, as instalações de TI conseguiram enfrentar os inúmeros problemas de gerenciamento de configuração que assolavam as tradicionais instalações fat client, utilizando um repositório centralizado padronizado de regras e restrições.

O Vista adiciona algumas extensões a este mecanismo. Entretanto, assim como as melhorias de segurança mencionadas, muitos destes problemas já foram resolvidos.

Reportagem especial: Vista ou XP nas corporações
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O Vista, por exemplo, “tranca” dispositivo de blocos no nível do cliente. Embora seja um recurso útil –usuários podem ser impedidos de acessar determinados dispositivos de mídia externos, como drivers de CD ou chaves USB – é mais uma lacuna do XP que foi fechada há tempos por agentes de gerenciamento de terceiros.

Da mesma forma, a incapacidade de instalar drivers de impressora utilizando uma conta não-administrador – algo que o Vista agora permite via extensão Diretiva de Grupo – foi resolvida diretamente por muitas grandes instalações de TI, em alguns casos criando seus próprios utilitários de elevação (ver detalhes em Segurança)

No front das ferramentas de gerenciamento, existe uma escassez de novos recursos específicos para o Vista, sejam provenientes da Microsoft ou de grandes fornecedores third-party. Na realidade, fora o suporte ao novo mecanismo de instalação e implementação baseado em imagem, que é um dos poucos avanços em gerenciabilidade notáveis do Vista, há pouco incentivo para migrar da perspectiva exclusiva do gerenciamento de sistemas.

O modelo de instalação baseado em imagem facilita para TI capturar uma imagem funcional excelente da sua configuração de runtime e depois estender a múltiplos sistemas independentemente do hardware subjacente.

Isso era um grande desafio no XP e, portanto, é um ponto a favor do Vista, mas não chega a ser um nocaute técnico, dado o grande número de ferramentas de instalação e provisionamento disponibilizadas por terceiros (provavelmente há uma ou mais em uso em qualquer instalação de TI).

Decisão: A migração para o Vista proporciona pouco ou nenhum ROI em termos de gerenciamento de sistemas. Sim, o novo modelo de instalação baseado em imagem é bem-vindo. Contudo, sem inovação significativa em outras áreas, a história de gerenciamento do Vista não empolga.


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